10 Erros Comuns na Fotografia de Longa Exposição

10 Erros Comuns na Fotografia de Longa Exposição

Como você já deve ter lido nos meus artigos, para qualquer fotógrafo fazer uma boa foto é necessário antes de tudo dominar a fotometria, e dentre os três principais parâmetros (abertura, velocidade e ISO), a abertura provavelmente irá determinar 90% das suas fotos, isso porque além de ser responsável pela quantidade de luz, ela determina a profundidade de campo, que é o responsável por colocar toda a sua foto em foco, ou criar efeitos incríveis de fundos desfocados e o Bokeh.

E é justamente por isso, que acaba sendo um conceito mais “fácil” de utilizarmos para fotos criativas, esquecendo um pouco do potencial da velocidade para resultados tão incríveis quantos os produzidos pela fotografia. Este artigo também atende a inúmeras solicitações que venho recebendo sobre o tema de longa exposição, e caso você ainda não esteja familiarizado com o termo, ele significa utilizar velocidades muito baixas para conseguir esse efeito de nuvem na água, ou o mais famoso, véu de noiva que você pode conferir neste artigo: Os Segredos Para Tirar Fotografias Impressionantes de Cachoeiras com qualquer DSLR.

O fotógrafo italiano Francesco Gola viaja o mundo dando workshops sobre fotografia de natureza e mais especificamente, fotografias de longa exposição. Então ele resolveu fazer um “joguinho” em todos o workshops de 2015, onde no final, os participantes tinham que escrever em um papel três erros que eles costumavam fazer antes de conseguirem realizar os exercícios propostos para aquele workshop. A lista que segue é o resultado dos 10 principais erros mais comuns na fotografia de longa exposição, feitos por quem está em busca de excelentes resultados. Tenho certeza que você dará mais um passo na sua jornada fotográfica estudando e evitando esses erros.

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Erro n°1 – Sistema de redução de vibração ligado (estabilizador de imagem)

Há algumas tecnologias adoráveis que podem ajudar a conseguir imagens muito mais nítidas, minimizando os borrões causados pelo movimento da câmera e que são extremamente úteis em condições de pouca luz, onde baixas velocidades do obturador são necessárias. Cada fabricante chama esta tecnologia de um nome diferente, mas o objetivo é o mesmo. Eles podem ser baseados na lente (como para câmeras Nikon e Canon) ou baseados na câmera (como nas câmeras Sony, Olympus e Pentax), mas no final, o resultado é que esta redução de vibração pode fornecer a mesma qualidade de imagem para até quatro níveis menores de velocidade do obturador do que o comum.

Eles usam alguns sensores de movimento para detectarem movimentos e tentam compensar isso movendo um grupo de elementos na lente ou no próprio sensor.

Então, se a câmera estiver em um tripé firme (e se você estiver fotografando com longa exposição, sua câmera definitivamente estará em um tripé!), você não deve esperar nenhuma vibração. Você pode saber disso, mas a sua câmera não, então mesmo se não houver movimento, este sistema anti-vibração pode tentar compensar de qualquer forma, movendo um grupo de lentes (ou o sensor) e isto irá resultar em uma introdução de vibração (e borrões), ao invés da sua remoção.

Então, se a sua câmera estiver em um tripé firme, desligue o sistema anti-vibração!

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Erro n°2 – Se Esquecer de Usar a Trava do Espelho

Em uma câmera DSLR, a luz viaja pela lente e é enviada para o visor através de um espelho. Quando você aperta o botão do obturador, o espelho é virado para que a luz vá diretamente para o sensor de imagem. Este movimento introduz uma pequena vibração que causará um pequeno borrão na foto.

Para evitar esta vibração, você pode ativar a função de Trava do Espelho em sua câmera. Após sua ativação, na primeira vez que você apertar o botão do obturador, sua câmera irá levantar o espelho; na segunda vez ela irá abrir o obturador. Se você esperar alguns segundos entre o primeiro e segundo aperto do botão, você evitará a vibração!

Sim, se você tiver uma câmera sem espelho (mirrorless), você pode pular este conselho!

Erro n°3 – Não usar um filtro DNG, porque eles são caros

Em algumas situações (em locais onde não há muita diferença na exposição entre diferentes áreas da cena), apenas um filtro de Densidade Neutra pode permitir que você adquira o resultado desejado. Porém, em muitas situações as condições de iluminação requerem o uso de um filtro de Densidade Neutra Graduada para equilibrar a exposição.

Se você estiver usando um filtro ND de rosca, você pode até acreditar que a única chance que você tem é tentar aplicar um filtro DNG na pós-produção – mas você pode estar enganado!

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Você pode apenas segurar o filtro com a sua mão na frente da lente. Para tirar uma foto com velocidade do obturador de poucos segundos, seu único problema será o alinhamento correto do filtro. Para fotos que levam alguns minutos, mesmo se a sua mão não ficar perfeitamente imóvel, o resultado final será mais do que ótimo – experimente, se você não acreditar em mim. O suporte é necessário se você quiser usar vários filtros juntos (ou quando você começar a ficar com câimbras nas mãos).

Erro n°4 – Configurar a abertura para f/22 para aumentar o tempo de exposição

A regra era simples: se você diminuir a abertura, você aumenta o tempo de exposição.

Com esta regra em mente, você pode pensar que pode transformar a sua exposição de 30 segundos em uma exposição de dois minutos apenas movendo de f/11 para f/22. Teoricamente, você está certo. Infelizmente, há um fenômeno físico chamado difração ótica, que acima de f/16 é intenso o suficiente para arruinar a nitidez de sua imagem.

Se você já estiver em f/11 e precisar de uma velocidade menor do obturador, diminua o ISO, se possível, ou use um filtro mais forte.

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Erro n°5 – Se esquecer de ajustar o ISO

O ISO pode ser um aliado poderoso em uma exposição longa. Às vezes você esquece da possibilidade de mudar a configuração do ISO, e você brinca apenas com os filtros e aberturas. Lembre-se que todas as câmeras possuem uma abrangência de ISO onde a qualidade final é quase a mesma. Em câmera de alta tecnologia, esta abrangência é geralmente entre ISO 50 e 200.

Isto significa que você possui duas paradas para brincar, e em uma foto de longa exposição, duas paradas significam minutos de exposição.

Erro n°6 – Fotografar como se você estivesse em um estúdio

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Quando você tira fotos em casa ou sentado confortavelmente em um estúdio, nenhum agente externo pode afetar a qualidade da sua imagem. Mas se você estiver sentado em uma rocha de frente para o mar em um belo dia de tempestade, logo seus filtros ficarão completamente molhados.

Lembre-se de encher sua bolsa com panos de limpeza. Uma fina camada de água em seu filtro externo resultará em uma grande difração, e isto irá arruinar irremediavelmente sua imagem. Nunca subestime a natureza, até mesmo em um dia ensolarado, as condições do tempo podem mudar rapidamente.

Erro n°7 – Escolher um filtro de baixa qualidade

Toda vez que você adiciona um filtro na frente de sua lente, você diminui a qualidade geral do sistema ótico. Sim, algumas marcas de filtros bem conhecidas são muito caras, mas você acredita que vale a pena colocar um filtro de U$5 na frente de uma câmera de milhares de dólares? Não, não vale – então foque-se na qualidade: quanto menos filtros, melhor! Você não precisa de todo o conjunto de densidades para filtros DN e DNG. Tente entender quais filtros você provavelmente usará com mais frequência, e depois lembre-se que você tem ISO e Abertura para mexer para cobrir o que faltar. Por fim, lembre-se que muitos filtros de boa qualidade estão disponíveis a preços acessíveis. Verifique com antecedência as avaliações dos filtros na internet.

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Erro n°8 – Subestimar o vento

Quando você tira uma foto de longa exposição, sua câmera é exposta a possíveis agentes de vibração externos, por minutos. Até mesmo uma brisa leve de alguns segundos pode arruinar sua imagem. Invista em um bom tripé, e depois coloque-o firmemente no chão. Se necessário, prenda um peso adicional ao tripé, para deixa-lo ainda mais firme e sólido.

Evite usar a coluna central do tripé também – se você levantá-la, você levanta o centro de gravidade do sistema, e ele ficará menos estável.

Erro n°9 – Não cobrir o visor

Você tirou uma foto com exposição de três minutos, e a visualização está cheia de linhas roxas e círculos. Por que?

É porque a luz, assim como a água, adora encontrar um caminho – sempre.

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Sua câmera deve permitir que a luz passe apenas pelo buraco em sua lente, mas infelizmente, há alguns outros acessos que podem potencialmente prejudicar suas imagens.

O mais comum deles é o visor. Para evitar a infiltração de luz através dele, cubra-o após compor a imagem. Se a sua câmera não possui uma tampa, você pode usar até mesmo uma fita preta. Se você se esquecer da fita preta, use um chiclete. O resultado típico de uma infiltração do visor é um círculo roxo estranho. Sim, se você tiver uma câmera sem espelho (mirrorless), você também estará livre deste problema!

Se você usar um sistema de filtros de encaixe, outra fonte possível é a fresta entre um filtro e o outro (este é um dos motivos pelos quais muitos fotógrafos adoram filtros de rosca). Neste caso, a melhor solução é cobrir esses espaços com fita preta. O resultado típico da infiltração no filtro é uma linha roxa vertical no lado oposto ao do sol.

Por fim, se você usar lentes tilt-shift, ou um adaptador de lente, você pode ter uma infiltração do corpo da lente. A melhor forma de evitar isso é cobrindo a lente com um pano preto.

Erro n°10 – Acreditar cegamente no fabricante de filtros

Quando você compra um filtro ND com seis stops, você espera que ele tenha exatamente a densidade ótica para conseguir uma redução de seis paradas. Infelizmente, isso é um engano. Na minha vida, eu nunca encontrei um filtro com a densidade exata afirmada pelo fabricante. É claro, a diferença normalmente é mínima, mas lembre-se que até mesmo ½ parada de diferença, em uma exposição longa, significa minutos de erro.

Para evitar erros quando você estiver em campo, teste isso antecipadamente, seguindo estes passos:

 

  • Escolha um cômodo em sua casa, ligue as luzes e feche as janelas (você precisa de um lugar onde a iluminação é perfeitamente constante).
  • Monte sua câmera em um tripé e tire uma foto do cômodo até você conseguir uma foto com um bom histograma. Anote todos os parâmetros (ISO/Abertura/Velocidade do obturador) da foto.
  • Monte o filtro ND e compense a velocidade do obturador obtida antes, de acordo com a redução f-stop introduzida pelo filtro.
  • Tire uma foto com o filtro ND.
  • Dê uma olhada no histograma da foto tirada com o filtro e compare-a com o da foto tirada sem o filtro. Se eles forem aproximadamente sobrepostos (exatamente iguais), a intensidade do filtro afirmada pelo fabricante é precisa. Se o novo histograma estiver voltado para a esquerda, o seu filtro possui uma intensidade maior do que aquela declarada; se ele tiver voltado para a direita, ele possui uma densidade menor.
  • Se os dois histogramas não ficarem sobrepostos, tire outra foto mudando a velocidade do obturador para obter um histograma aproximadamente similar ao da foto tirada sem o filtro.

Quando você tiver achado a densidade ótica exata, construa sua própria tabela de conversão da velocidade do obturador. Outra possibilidade é o aplicativo PhotoPills para o iPhone, aquele que permite que você converta a velocidade do obturador para reduções não padronizadas do f-stop.

Fazer fotos de longa exposição com um resultado profissional pode necessitar de muitos ajustes e essas dicas vão ser fundamentais, se você fotografa por hobby, tenho certeza que introduzir esses conceitos o ajudarão a compreender a exposição de uma forma mais ampla e ela se aplicará de alguma maneira naquilo que gosta de fotografar.

Espero que tenha gostado e caso você tenha alguma experiência para compartilhar com a gente, não deixe de postar seu comentário!

Boas fotos e até breve!

 

Imagem destacada: Longa Exposição via Shutterstock

Artigo Original

 

Como fotografar fogos de artifício com qualquer câmera

Como fotografar fogos de artifício com qualquer câmera

Sou carioca, por isso não tenho como não associar fim de ano com “Réveillon de Copacabana” e apesar de sempre me surpreender com a tranquilidade da festa que sempre correu tudo bem em todos os anos que fui, nunca me aventurei a levar minha DSLR pra fazer fotos, por isso a dica hoje é pra quem, como eu, fotografa os fogos de artifício tanto do “Réveillon de Copacabana” como outras festas de fim de ano com outros tipos de câmeras.

Fotografando fogos de artifício com uma câmera compacta.

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Fogos de artifício câmera compacta

Tecnicamente é bem simples fotografar fogos com uma câmera compacta, elas normalmente possuem vários modos de cena e claro que dentre eles o de “firework” ou “fogos de artifício”.

A dica aqui é que a câmera vai ficar com uma velocidade baixa para poder capturar a imagem e é ESSENCIAL que ela esteja com-ple-ta-men-te estável! Isso, você não pode se mexer ou sua foto até sai interessante naquele visorzinho da câmera, mas quando você abrir no computador… ela estará tremida. Sempre é importante entender o comportamento do Modo Manual pra poder utilizar todos os modos de cena da melhor forma possível, fica a dica 🙂

O ideal seria um tripé, mas ninguém que ir para uma festa com isso né? Então vale colocar a câmera em cima de alguma superfície, ajoelhar, usar o amigo como apoio, prender a respiração… mas não pode balançar!

Se sua câmera não tiver o modo “fogos de artifício”, vale o modo “noturno” que fará a mesma coisa, desabilitará o flash, aumentará o ISO e baixará a velocidade, ou seja, tudo que faz uma foto tremer, por tanto mantenha ela estável.

Outra opção é o modo paisagem, que define o foco no infinito, aí cubra a lente com a mão no exato momento em que você pressiona o botão do obturador para que a falta de luz incentive sua câmera para tirar a foto com uma exposição maior.

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Foto de fogos de artifício no chão

Seja criativo, observe onde poderá tirar fotos além do céu.

Fotografando fogos de artifício usando uma DSLR

Se você tem uma câmera compacta avançada ou uma DSLR, você pode usar controles de exposição manual para obter um resultado um pouco mais criativo.

Antes de mais nada, se estiver usando um tripé e possuir uma lente com VR (Nikon) ou IS (Canon), ou seja, que possuem estabilizador, desliguem, porque isso faz com que a lente tente compensar uma vibração que não existe e pode acabar criando uma.

Mude para o modo manual,  nesse modo você pode ajustar a abertura e a velocidade do obturador separadamente.

Quando se está fotografando fontes de luz à noite, a abertura controla grande parte do brilho dessas luzes, enquanto que a velocidade do obturador determina quanto tempo as “trilhas” de luzes vão aparecer na foto. Minha sugestão é que comece com uma abertura f/8 e uma velocidade de 2” (segundos), reveja suas fotos no visor LCD pra ter uma ideia pra onde seguir. Se você quer fogos de artifício brilhantes, abra a abertura diminuindo o número f. Se a foto ficar superexposta (mais para estourada), aumente o número f.

Você pode obter excelentes fotos de fogos de artifício com uma ampla gama de configurações, não tenha medo de baixar a velocidade do obturador também.

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Praia de Copacabana – Rio de Janeiro

Ao invés de simplesmente capturar fogos de artifício no céu, faça enquadramentos diferentes para incluir algumas paisagens e pessoas também.

Fotografando fogos de artifício usando um smartphone

Agora, a pergunta inevitável: você pode obter boas fotos de fogos de artifício com um smartphone? Infelizmente, smartphones simplesmente não estão equipados para tirar fotos de fogos de artifício. Uma limitação é a sua lente grande-angular inerentemente, outra é a sua incapacidade de controlar a abertura ou a velocidade do obturador.

No entanto, existem aplicativos que possuem a capacidade de fazer seu telefone utilizar o modo manual e assim baixar a velocidade e então você pode tentar capturar alguns fogos de artifício. Ao fazer isso, lembre-se estabilizar o seu telefone, uma vez segurando-o na mão, inevitavelmente dará resultados borradas.

Você pode estar tirando fotos à noite, mas você vai querer desligar o flash do smartphone nesse caso. Não só que remover a fonte de luz indesejada que acabamos de mencionar, mas também reduzir a velocidade do obturador.

Você pode desligar o flash do seu Iphone, por exemplo, tocando no botão da iluminação no canto superior. Tenha certeza que você selecione ‘off’, e não ‘auto’.

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Foto de um Iphone fotografando fogos de artifício

Se possível, bloqueie o foco do seu smartphone, porque o ponto de foco pode ser errático. Se você está fotografando uma grande variedade de fogos de artifício a câmera focará o maior e mais brilhante, o que pode leva-lo a um cálculo errado da exposição.

Outro problema do foco automático é o atraso porque a câmera tenta encontrar o melhor ponto de foco e o valor do atraso dependente da quantidade de movimento e da luz no céu, nesse caso o atraso pode ser tão longo que você pode perder suas fotos.

No Iphone, por exemplo, você pode bloquear o foco e a exposição tocando e segurando o centro da tela de seu até que a caixa azul apareça. (IOS 5 e necessários.) Quando você remove o seu dedo, você vai notar uma pequena mensagem de ‘AE / AF Lock’ no logo acima botão do obturador da câmera.

Tente não se mover enquanto fotografa. Aliás, serve pra qualquer foto noturna.

Tripé aqui também pode ser uma opção, e alternativamente, você pode usar um aplicativo de câmera de terceiros com um temporizador interno que significa que você não precisa pressionar o botão do obturador. O problema com isso, é claro, é que vai ser quase impossível de definir um temporizador para capturar os fogos de artifício na hora certa, mas não deixa de ser uma opção.

Outras dicas

Uma vez que você pegar o jeito de fotografar fogos de artifício, tente definir a velocidade do obturador para a configuração “bulb”, se você tiver um. Bulb deixa o obturador aberto durante o tempo que você pressionar o obturador, e é uma ótima maneira de se certificar de que você capturar exatamente o que você vê no céu, você controlar quando a exposição começa e pára. Tenha cuidado para não deixar o obturador aberto por muito tempo, porém, ou você pode obter uma bagunça superexposta. Você sempre pode rever a sua última foto no visor LCD para ver como está se saindo. E claro que quanto mais lento, mais firmeza, no caso do bulb, um disparador eletrônico é bem vindo, ou então utilize o temporizador da câmera e faça alguns testes.

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Fogos de “Réveillon de Copacabana”

Se você tem controle sobre o foco de sua câmera, ajuste-o no infinito e deixe-o lá. Os fogos de artifício estarão provavelmente muito longe, o ideal é fazer manualmente o foco da câmera no infinito, assim você vai economizar tempo e frustração. Nos modos “Fogos de artifício e modos Paisagem” isso é automaticamente ajustado para você, já com uma DSLR, você precisa se lembrar de colocar o foco para o infinito.

Além disso, deixe o ISO da câmera na configuração mais baixa, provavelmente cerca de 100, de modo que você pode minimizar o ruído, que será pior do que o habitual por causa dos longos tempos de exposição. Da mesma forma, se sua câmera oferece um recurso de redução de ruído, é uma boa ideia ligá-lo.

Por último e não menos importante, procure uma boa localização e curta sua festa!

     Boas fotos e Boas Festas!