14 Dicas Para Fotografar Um Pôr do Sol Impressionante

14 Dicas Para Fotografar Um Pôr do Sol Impressionante

Quem não gosta de uma foto do pôr do sol? É um clássico, alguns dirão que é um clichê, mas vamos combinar que é lindíssimo, o tipo de foto que geralmente nos transmite coisas incríveis e por mais que você já tenha vivido muitos anos, ninguém fica indiferente a um lindo pôr do sol!

Se você é carioca, provavelmente já aplaudiu o pôr do sol, literalmente, ou já ouviu falar nisso. Aqui no Rio da Janeiro, mais precisamente no bairro da Zonal Sul, Apoador, há anos diariamente turistas e cariocas aplaudem o pôr do sol, que normalmente é uma visão extasiante, e dizem até que os aplausos estão diminuindo, porque muitos querem fazer selfies emolduradas com ele!

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Pôr do Sol no Arpoador via Shutterstok

Mas muitas vezes o resultado é um tanto quanto desapontador, existem várias questões que podem ajudar você a fotografar melhor qualquer tipo de técnica fotográfica, e algumas delas, eu quero compartilhar com você nesse artigo.

Prepare-se

 

1. Pense com Antecedência

Embora algumas vezes as fotos do nascer e pôr do sol possam ser tiradas espontaneamente sem nenhum preparo, frequentemente as melhores fotos vêm com um planejamento. Procure por lugares que possam ser bons para ver o pôr do sol, um ou dois dias antes mesmo de fotografar. Procure por locais interessantes, onde você consiga ver o sol descer por inteiro, mas também onde possa haver oportunidades para tirar fotos que incluem elementos que permitam silhuetas. O pôr do sol leva apenas meia hora, mais ou menos, então você deve pensar sobre esses elementos antes dele começar, ou você pode perder as fotos que procura.

Descubra quando o sol vai nascer ou se pôr e chegue até o local pelo menos meia hora antes, pois normalmente é entre o tempo em que o sol aparece ou desaparece que a verdadeira mágica acontece.

Também fique de olho no clima. Pode haver uma variedade de tipos de pôr-do-sol que produzem diferentes tipos de luzes e padrões no céu. Não escolha apenas dias limpos para estas fotos – embora eles possam produzir algumas cores maravilhosas, é normalmente nos momentos onde há nuvens ao redor que a verdadeira ação acontece! Também fique atento com os dias em que houver poeira ou fumaça no ar, pois isso também pode produzir resultados incríveis.
Considere com antecedência quais equipamentos você pode precisar. Inclua um tripé, lentes que fornecerão uma variedade de comprimentos focais, baterias extras, etc.

E se você não faz ideia de que horas o sol se põe na sua cidade, entre no site do Climatempo, faça uma busca por cidade e nos resultados você verá os horários do nascer e pôr do sol.

Técnicas de Composição

 

2. Comprimentos Focais

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Cosmos Rosa no campo via shutterstock

 

Fotografar com diferentes comprimentos focais pode criar resultados bem diferentes. Um ângulo amplo de uma lente grande angular, de 14mm mais ou menos até 35mm,  pode criar fotos bonitas de paisagens, mas se você quiser que o próprio sol apareça na foto, você deve ser capaz de usar o zoom nele.
Lembre-se que o sol está apenas a meio grau de distância, então quando você fotografar com lentes grande angulares, ele tomará apenas uma parte razoavelmente pequena da foto. Se você quiser que ele apareça bem na foto, você precisa usar o zoom com uma lente de 135mm a 200 mm ou mais até, e lembre-se, isto aumentará a sua necessidade por um tripé!
Além disso, fique atento, pois quando você olha para o sol nos melhores momentos, pode ser perigoso, mas quando você olha através das lentes, pode ser mais perigoso ainda se o sol estiver muito alto.

3. Regra dos terços

regra dos terços é possivelmente o mais conhecido padrão de composição em fotografia. Ela tem dois pontos fortes. A primeira possibilidade de “congelar” o olhar em um dos 4 pontos de interesse é uma ferramenta muito poderosa de composição.

Em segundo lugar, a sua facilidade de uso. É basicamente cena retangular com três colunas e 3 linhas. O resultado é quatro cruzamentos que marcam o mais adequado para fixar áreas pontuais, (pode ser um ou mais) de interesse em fotografia.

Por isso, lembre-se da regra dos terços em suas fotografias de nascer e pôr do sol. Embora você possa sempre quebrar as regras, normalmente é uma boa ideia colocar o horizonte, sol, silhuetas, etc. longe do centro. Uma dica é colocar o horizonte entre as linhas, ou seja, se o destaque for o céu, baixe o horizonte para a primeira porção da regra dos terços, se for o mar, ou a parte debaixo da sua foto, ponha o horizonte na primeira porção.

4. Silhuetas

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Pôr do Sol com Acácias Africanas via shutterstock

 

Assim como todas as fotos, o pôr do sol precisa de um ponto de interesse e uma das melhores maneiras de adicionar um à imagem, é tentando incorporar algum tipo de silhueta na foto. Isto pode ser algo grande, como uma montanha ao longe, ou algo que é parte do ambiente, como uma árvore ou até mesmo uma pessoa.
A melhor parte das silhuetas é que elas adicionam humor e contexto a uma foto de pôr ou nascer do sol.

 

Técnicas de Exposição

 

5. Fotografe com uma variedade de exposições

Se você deixar a sua câmera decidir a abertura do obturador, você provavelmente tirará uma foto que não irá capturar a beleza da luz. Normalmente, a foto ficará pouco exposta, porque o céu ainda está razoavelmente claro.
Ao invés de depender do modo automático da câmera, o pôr do sol é um momento ideal para mudar a abertura ou o modo de prioridade do obturador de sua câmera para tirar várias fotos com diferentes exposições.
A melhor parte do pôr e do nascer do sol é que não existe uma exposição ‘certa’ e você pode conseguir resultados impressionantes usando várias exposições. Lembre-se também que diferentes exposições (abertura e velocidade do obturador) produzirão vários resultados diferentes, então vale a pena tirar mais do que apenas algumas fotos – a chave é a experimentação.
Eu costumo fotografar no modo manual e começar com uma velocidade do obturador relativamente alta, e depois aos poucos eu mudo para as mais lentas, assim a imagem vai clareando.

A imagem abaixo faz parte do meu ebook “Fotometria Simpes – Você no controle da luz” onde eu mostro exatamente essa experimentação e logo abaixo você pode ver o resultado escolhido por mim.

©Simxer - Parte do Ebook Fotometria Simples - Você no controle da Luz

©Simxer – Parte do Ebook Fotometria Simples – Você no controle da Luz

Apesar de ter usado o modo manual, essa mesma foto poderia ter sido feita usando a próxima dica: Bracketing!

6. Bracketing

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Floresta via shutterstock

 

Outra técnica para tentar conseguir a exposição certa é usando o ‘braketing’ como é mais conhecido, onde você fotometra e depois faz mais duas fotos acima e abaixo dessa fotometria. A maioria dos equipamentos permitem que você pré-configure essa exposição com um ou mais pontos (stops) de diferença. Por exemplo, se a sua câmera mostra a fotometria correta (neutra) com a velocidade de 1/60, abertura  f/8, se tiver configurado 1 stop, ela poderá fazer mais duas fotos, uma superexpondo com a abertura f/5,6 e subexpondo com a abertura f/11, por exemplo. Ao fazer isso, você acaba com uma série de fotos com diferentes exposições que mostrarão diferentes resultados e cores.

7. Trava da Auto Exposição

Outro truque de exposição, se você não tiver o bracketing ou não se sentir confiante usando ele, e se a sua câmera tiver ‘trava da auto exposição’ ou ‘lock Exposure’ ou ainda ‘AE Lock’, que permite que você aponte a sua câmera em um lugar mais escuro e trave a exposição para esse lugar (por exemplo, você poderia apontar para o chão à sua frente e travar nessa exposição) e depois reenquadrar a imagem olhando para o por do sol. Isto significa que você terá uma foto mais exposta, essa mesma técnica pode ser usada em silhuetas 😉

8. Não use balanço de branco automático

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Pôr do Sol via Shutterstock

 

Quando você coloca a sua câmera no balanço de branco automático, você corre o risco de perder alguns dos tons dourados mais quentes de um pôr ou nascer do sol. Ao invés disso, tente fotografar nos modos ‘nublado’ ou ‘sombra’, que são normalmente usados em luzes mais frias, e diga para a sua câmera esquentar um pouco as coisas. Além do mais – se você estiver fotografando um nascer do sol e QUISER um clima mais frio, você pode experimentar com outras configurações do equilíbrio de branco, os resultados podem ser surpreendentes.

Outras técnicas Para o Nascer e Pôr-do-Sol

 

9. Tripé

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Praia e areia via shutterstock

 

Se você estiver fotografando com velocidades do obturador mais longas (velocidades abaixo de 1/30) e com comprimentos focais maiores (acima de 200mm), então um tripé ou algum modo de garantir que a sua câmera fique completamente imóvel será essencial.

10. Foco Manual

Às vezes, quando você fotografa em condições de iluminação extremas, algumas câmeras podem ter problemas para focar. Se este for o caso para a sua câmera, considere mudar para o foco manual para garantir que você consiga boas fotos.

11. Olhe ao seu redor

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Onda colorida via shutterstock

 

A melhor parte do pôr do sol é que ele não só cria cores maravilhosas no céu à sua frente, mas ele também pode jogar uma bela luz dourada que é maravilhosa pra outros tipos de fotografia. Conforme o pôr do sol avança, fique de olho em outras oportunidades para tirar fotos ao seu redor (não só na sua frente). Você pode encontrar uma ótima oportunidade para um retrato, uma foto de paisagem, etc.

12. Quanto tempo falta para o sol se por completamente?

Essa dica é do Groovy Matter, sinceramente não sei  até aonde vai a ciência por trás da dica, mas se você experimentar e funcionar, não deixe de me dizer!!!

Primeiro posicione sua mão logo abaixo do sol em uma região com o horizonte bem visível.

Groovy-Matter

Depois conte 15 minutos para cada dedo, assim, com 8 dedos entre o pôr do sol e o horizonte como mostra a imagem, você tem duas horas para achar a melhor posição para sua foto!

Groovy Matter

 

13. Fotografe em Raw

O formato raw te permite uma flexibilidade incrível para trabalhar com as fotos, simplesmente usando este formato, você não precisa fazer nem sub ou superexposição, ou braketing, ou colocar o balanço de branco no manual, porque tudo isso e muito mais poderia ser feito depois na pós produção e sem nenhuma perda de qualidade! Se você se interessou por isso, incentivo você a estudar este formato incrível neste artigo que escrevi para iniciantes: ‘Raw, isso é pra mim?’.

14. Continue Fotografando

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Um nascer ou pôr do sol muda constantemente ao longo do tempo e pode produzir ótimas cores bem depois do sol desaparecer ou aparecer, então continue fotografando a diferentes exposições e comprimentos focais, como eu mencionei acima, até você ter certeza de que acabou, de preferência quando não conseguir mais resultado nenhum!

Pós-Produção

Sim, muitas vezes a gente tem dificuldades comuns em conseguir um resultado de primeira, e isso está relacionado a fatores como a luminosidade, ou até limitações do nosso equipamento, e nessa hora, nada melhor do que lançar mão da pós-produção, tanto do Lightroom como do Photoshop pra conseguir resultados mais impactantes. Lembre-se, o que importa é o resultado da nossa foto, não importa como ela foi feita, a ideia sempre é conseguir passar a emoção que você sentiu vendo aquela cena, e se isso significar puxar um pouquinho a saturação ou reenquadrar, ou ainda criar uma silhueta em uma foto já feita, como eu mostro no vídeo abaixo, tá valendo!

 

Conclusão

 

Eu também adoro pôr do sol e escolhi essas fotos aí debaixo pra compartilhar com você!

©Simxer - Pôr do Sol na Califórnia.

©Simxer – Pôr do Sol na Califórnia.

Além da foto aí de cima, eu tenho mais três pores de sol 🙂 A primeira é uma das que mais gosto!

©Simxer – Pôr do Sol na Califórnia.

E por incrível que pareça, no dia seguinte consegui fazer mais estas duas, e como você pode perceber, a segunda é um zomm da primeira 😉

©Simxer - Pôr do Sol na Califórnia.

©Simxer – Pôr do Sol na Califórnia.

©Simxer2-do-Artigo-Dicas-para-Fotografar-Por-do-Sol

©Simxer – Pôr do Sol na Califórnia.

Gostou?

Grande abraço e bons pores de sol!

O Botão Q – O Que Todo Fotógrafo Com Uma Canon DSLR Precisa Saber

O Botão Q – O Que Todo Fotógrafo Com Uma Canon DSLR Precisa Saber

Muito em breve estarei lançando uma super novidade! E por conta desta novidade, tenho passado muito tempo nos últimos meses entre câmeras e lentes de várias marcas e modelos. Tive a oportunidade de testar muita coisa entre modelos de níveis diferentes e perceber alguns detalhes que às vezes pode passar desapercebido quando estamos iniciando na fotografia, e hoje quero compartilhar com você um desses detalhes! E se você é usuário Nikon também tem suas facilidades e logo logo, farei um artigo para você também!

Bom, as câmeras tem ficado cada vez mais complexas, por mais que os fabricantes queiram facilitar a forma de fotografar, cada vez mais aparecem botões…

Painel superior Canon 60D

Painel superior Canon 60D

Menus…

Menu Canon 60D

Menu Canon 60D

E mais sub menus para outros botões…

Funções personalizadas Canon 60D

Funções personalizadas Canon 60D

Muitas vezes temos dificuldade de lembrar o que todos eles fazem e até mesmo por onde começar? Bem, a Canon forneceu um botão secreto para você usar que permite acessar todas as funções mais importantes de sua complexa câmera fotográfica. Perfeito, onde está este botão secreto? Está bem atrás de sua câmera marcado coma letra Q. Não é realmente um segredo, ele é apenas pouco utilizado.

O Botão Q

Botão Q - Quick Control (Controle Rápido) - Canon 60D

Botão Q – Quick Control (Controle Rápido) – Canon 60D

 Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Visualização do Painel de acesso rápido - Canon 60D

Visualização do Painel de acesso rápido – Canon 60D

O que significa o Q? Quick (rapidez), conhecido também como “Quick Control Button” ou em português, “Botão de Controle Rápido”. Sim, a câmera que estou utilizando para fazer este artigo está em inglês, e bem verdade que eu só percebi isso quando já estava com as imagens todas prontas, mas não se preocupe porque as funções são as mesmas e como falarei de TODAS, você não terá nenhum problema em entender, ok?

O botão Q torna a navegação rápida. Usar o botão Q fornece a você acesso a todas as principais funções que você mais precisa para fazer uma foto. Vamos ver as funções para que você perceber como é fácil usar a sua câmera. Pegue a sua Canon e vamos testá-la.

Como usar o Botão Q

Então mãos à obra! Aperte o botão Q enquanto observa a tela de LCD atrás de sua câmera. Como você pode ver, isso destaca uma de suas configurações atuais. Dependendo do modelo de sua Canon, esse destaque pode acender a seleção atual com uma cor azul/verde ou pode destacar com uma caixa laranja.

A seguir, você pode passear pelas suas configurações usando os botões direcionais localizados perto de seu botão SET. Nestes exemplos eu acessei a Velocidade apertando a seta à direita:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Velocidade

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Velocidade

Exposição de Compensação com a seta para baixo:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Compensação de Exposição

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Compensação de Exposição

E com mais dois movimentos, à direita e à cima, volto pra primeira linha para acessar as configurações de ISO.

A Canon também facilita as coisas ao providenciar uma descrição de cada opção no final da tela de LCD enquanto você mexe nas configurações. No início, será mais benéfico utilizar a segunda opção, para que você se familiarize com as configurações que estão disponíveis, e com o que os símbolos significam. Assim que você entender isso, usar a opção para mexer nas configurações será mais fácil.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - ISO

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – ISO

Continuando, simplesmente escolha a configuração que você quer mudar e então você terá algumas opções.

A primeira, e a mais fácil, é rolar o botão de suas configurações quando ele estiver destacado. Isto irá mostrar as suas opções para esta configuração em particular. A sua segunda escolha é apertar o botão SET quando uma configuração estiver selecionada.

Botão "SET" para seleção de opções - Canon 60D

Botão “SET” para seleção de opções – Canon 60D

Isto o levará para uma tela mais detalhada, mostrando todas as suas opções para essa configuração.

Opções de ISO - Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Opções de ISO – Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Depois é só girar o seletor para navegar entre os valores e em seguida aperte o botão SET para selecionar o valor escolhido:

Selecionando o Valor de ISO - Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Selecionando o Valor de ISO – Painel de Acesso Rápido do Botão Q

E este é o resultado:

Valor de ISO selecionado - Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Valor de ISO selecionado – Painel de Acesso Rápido do Botão Q

Para um iniciante, pode ser muito útil usar a tela de LCD e o botão Q para ver tudo sobre a exposição e as configurações bem na sua frente. Quando você aperta o botão do obturador até a metade, a leitura da exposição atual será mostrada no fotômetro de seu painel. Isto facilita para você ajustar suas configurações enquanto vê como cada elemento de exposição (abertura, velocidade e ISO) estão afetando o fotômetro. Mas fique atento, a Canon 60D é uma câmera semiprofissional, por isso possui o painel superior para a leitura do fotômetro e de várias outras configurações que também são acessadas pelo Botão Q. As câmeras profissionais também possuem esse painel, mas as câmeras de entrada como a 3ti, 5ti, por exemplo, será necessário olhar o fotômetro através do visor ótico (Viewfinder).

Fotômetro Painel Superior - Canon 60D

Fotômetro Painel Superior – Canon 60D

Agora vamos ver uma a uma, as configurações que podem ser ajustadas em segundos através do Botão Q!

Ajustes do Botão Q

Painel de Acesso Rápido do Botão Q -  Modo Manual

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Modo Manual

A primeira configuração em destaque é o modo de disparo OU modos de cena, lembrando que neste caso, ele não é selecionado por este painel, ele só está mostrando QUAL modo de disparo está configurado no seu seletor de modos de cena que é este aqui:

Seletor de Modos de Cena - Canon 60D

Seletor de Modos de Cena – Canon 60D

E no caso da 60D as opções são as seguintes começando pelo “C” que é de configurações personalizadas, B (“Bulb”), M (Exposição manual), Av (Prioridade de abertura AE), Tv (Prioridade de obturador AE), P (Programa AE – Exposição Automática), Auto, Flash Off, C (Criativo Auto), Retrato, Paisagem, Esporte, Retrato Noturno e Gravação de filme. Você pode aproveitar o meu artigo “Modos de cena, use a seu favor!” para aprender um pouco mais sobre esses modos de cena 😉

A segunda configuração e a primeira que você poderá ajustar através do Botão Q é o da Velocidade do Obturador, e mostra em quantas frações de segundos o seu obturador abre e fecha para a entrada da luz, neste caso é de 1 segundo dividido por 400! Rápido não?

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Velocidade

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Velocidade

A próxima é a importantíssima abertura e dependendo do painel que você esteja olhando, ou até mesmo do modelo ou marca da sua câmera, ela poderá estar representada como abaixo (F5.6), ou f/5.6 ou ainda simplesmente 5.6.

A abertura do diafragma (que é a abertura física da sua lente), é responsável pela quantidade de luz que entra no seu sensor, e quanto menor este número como f/3.5, por exemplo, que é uma abertura muito comum nas lentes dos kits atualmente vendidos aqui no Brasil, mais luz você terá na sua foto, consequentemente, quanto maior esse número, como f/22, menos luz você terá.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Abertura

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Abertura

Continuamos e chagamos ao ISO! Como você deve lembrar, ele é o responsável pela sensibilidade do nosso sensor em relação à luz. Quanto maior o ISO, mais sensível o sensor fica e mais luz você terá na sua foto, quanto menor esse número, menos sensibilidade e menos diferença nesta claridade você terá na sua foto.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - ISO

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – ISO

Com esses três parâmetros nós fechamos os principais, universais e mais importantes parâmetros da fotografia, e você pode estudar mais com o meu ebook sobre fotometria.

Nossa próxima configuração é a Compensação de Exposição!

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Compensação de Exposição

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Compensação de Exposição

O botão Q é útil principalmente quando você está fazendo bracketing de exposições para fotos HDR. Pressione-o e selecione a configuração Compensação de Exposição/AEB. Agora, gire o botão de configurações para a direita e observe o medidor de luz mudar para três linhas ao invés da típica linha única. Deixe as linhas espaçadas do jeito que você quer que o seu bracket seja (por exemplo, -1, 0, +1 OU-2, 0, +2).

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Compensação de Exposição - bracketing

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Compensação de Exposição – bracketing -1, 0, +1

Por último, use o botão direcional para selecionar a configuração de Modo de Disparo, e mais uma vez, gire para a direita até encontrar o temporizador automático de 10 ou 2 segundos.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Modo de dispari

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Modo de dispari

Agora, assim que você pressionar completamente o botão do obturador, a sua câmera irá esperar dois segundos e depois irá usar as três exposições que você configurou. É simples assim. Depois basta juntá-las e editar ou no Photoshop ou em algum outro programa que trabalha com HDR como o Photomatix e será possível um resultado como o abaixo:

Subexposição (-1EV), Exposição Neutra (0EV), Superexposição (+1EV), e as três imagens combinadas. ©A. Wise

Subexposição (-1EV), Exposição Neutra (0EV), Superexposição (+1EV), e as três imagens combinadas. ©A. Wise

Agora temos a opção de escolher o estilo de imagem como Standard, Retrato, Paisagem, Neutro, Fiel e Monocromático. São estilos pré-configurados da câmera, mas que é possível fazer ajustes (através do menu principal), aumentando ou diminuindo a Nitidez, Contraste, Saturação, Tonalidade de cor, Efeito filtro (Monocromático) e Efeito Tom (monocromático). Assim você pode criar inclusive um estilo personalizado onde suas paisagens ficam mais saturadas, ou seja, com cores mais vibrantes 😉

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Estilo de Imagem

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Estilo de Imagem

Nosso próximo ajuste é o balanço de branco:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Balanço de Branco

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Balanço de Branco

Conforme a luz e a situação da sua fotografia mudar, a sua configuração de equilíbrio de branco precisa ser ajustada. Você normalmente não encontra um botão especial para esta configuração importante. Mais uma vez, o botão Q facilita a sua vida. Conforme você passa pelas opções, você verá algumas imagens simples para cada configuração de Equilíbrio de Branco. Um sol para ensolarado, uma nuvem para nublado, um raio para flash, etc. Às vezes, é mais fácil ver quais são suas opções olhando para uma imagem. Se você discorda, a Canon ainda fornece a você a descrição das configurações de Equilíbrio de Branco.

Você pode estudar mais através deste artigo: “Balanço de branco, o que é e como usar“.

À seguir, vem a Seleção de Modo AF  ou Modos de Focagem:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Ponto AF OU Modo de Foco

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Ponto AF OU Modo de Foco

Esta é com certeza uma das funções mais difíceis de encontrar na maioria das câmeras. E mais uma vez, foi facilitada pela Canon. Pressione o botão Q e depois use os botões direcionais para navegar até a Seleção de Ponto de Focagem. Gire esse botão e observe os pontos girarem ao redor de cada ponto focal à sua vontade.

Se você intercala fotografias de objetos em ação e parados com frequência? Caso você faça isto, você pode entrar no menu para encontrar as suas opções, gire o seu botão e você pode escolher ONE SHOT, AI FOCUS ou AI SERVO.

Neste artigo “Como Evitar Fotos Desfocadas Usando o Modo de Foco Automático Correto“, você poderá estudar mais sobre estes modos.

Ao lado do Modo AF, temos Ponto AF (também conhecido como Modo de área AF):

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Ponto AF OU Modo de área AF

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Ponto AF OU Modo de área AF

Esta é uma das seleções mais importantes, com ela é possível escolher o que você quer em foco. A nossa câmera foca através de contrastes da imagem, por isso não conseguimos focar automaticamente uma parede toda branca, por exemplo, porque ela não encontra nenhum contraste para fazer o foco. O problema é que muitas vezes queremos que o foco esteja em outro lugar, como no caso de desfoque criativo (fotos com fundo desfocadas) e deixar no Ponto AF de seleção automática, não irá funcionar, neste caso o modo central ou único poderá ser muito mais útil.

Aqui você encontra mais detalhes sobre o Modo de Área AF: “Qual o segredo para desfocar o fundo de uma foto?

A próxima opção é Os Modos de Medição:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Modos de Medição

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Modos de Medição

Resumindo, é um ajuste feito pelo fotômetro para medir a quantidade de luz que entrará na câmera. A partir dessa medida, ela ajustará automaticamente a Velocidade do Obturador, a Abertura do Diafragma, e o ISO.

O diferencial é que a câmera não mede somente a luz em um certo ponto, ela medirá em diversos pontos, enquadrando várias áreas da imagem. De forma geral, a medição é feita no modo matricial, dividindo uma grande área em várias pequenas áreas e assim definindo a exposição de luz com base em algumas informações obtidas por meio dessa medição. Se você quiser entender mais ainda, eu vou te indicar outro artigo onde poderá entender como eles funcionam: “Modos de Medição“.

Estamos chegando quase no fim! Agora iremos para a direita: Qualidade da Imagem:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Qualidade da Imagem

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Qualidade da Imagem

Nesta seleção você tem a opção de definir a qualidade da sua Imagem, e isto varia um pouco de acordo com cada modelo, neste caso está seleciona imagens JPEG L, mas o ícone de escadinha mostra que não é a qualidade mais alta. Veja no seu manual as opções disponíveis, normalmente são de 3 a 5 tamanhos de JPEG, 3 do formato Raw e mais 3 combinações de RAW + JPEG.

Eu gosto muito da ideia de fotógrafos iniciantes e amadores fotografarem em Raw, se quiser descobrir porque, leia o artigo “Raw, isso é pra mim?“.

Agora vamos a configuração “Luz Automática”:

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Luz automática

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Luz automática

Se a imagem sair escura ou com pouco contraste, o brilho e o contraste são corrigidos automaticamente. A predefinição é [Standard]. No caso das imagens JPEG, a correção é feita quando se capta a imagem, pode ser útil, mas aconselho fazer alguns testes pra se acostumar ao resultado, ainda prefiro corrigir luz com fotometria (Abertura x Velocidade e ISO), mas é importante entendermos e testarmos as facilidades que os fabricantes nos dão, não é mesmo?

E chegamos a nossa penúltima configuração: Personalização de controles!

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Personalização de Controles

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Personalização de Controles

O nome já é autoexplicativo, né? E aconselho realmente a dar uma olhada nas inúmeras possibilidades, você poderá achar alguma configuração bem interessante pra usar também com o seu Botão Q!

E finalmente a última configuração: Nível Eletrônico.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Nível Eletrônico

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Nível Eletrônico

Alguns modelos da Canon estão equipados com um nível interno que é acessível pelo menu Q. Isto é muito útil quando você está fotografando paisagens em um tripé. Quando estiver no menu, selecione o nível Eletrônico. Pressione o botão SET e um nível que parece pertencer à cabine de um avião aparece na tela. Balance sua câmera de um lado para o outro e observe como o nível muda. Quando a sua câmera estiver na horizontal, a linha ficará verde. Isto definitivamente pode economizar tempo e dor de cabeça no pós-processamento, quando você tentar deixar suas linhas horizontais retas. Isso retira o trabalho de adivinhação do processo.

Painel de Acesso Rápido do Botão Q - Nivelando Eletrônicamente

Painel de Acesso Rápido do Botão Q – Nivelando Eletrônicamente

Como você pode ver, o botão Q é o botão mais poderoso e útil de sua câmera. Você não precisa mais navegar por aqueles menus complexos. Assim que você usar o botão secreto, você começará a se perguntar por que os outros botões existem, com exceção do botão do obturador, é claro 😉

Vá em frente e sinta-se livre para começar a espalhar o segredo. Divirta-se!!!

Ps.: A novidade que falei lá no início??? Muito em breve você saberá, se já for nosso assinante, não se preocupe que você receberá um email avisando, se ainda não for assinante, aproveite e assine a nossa Newslleter e fique por dentro de todas as novidades aqui do Foto Dicas Brasil!

Te vejo em breve!

Assinatura Simxer - Autora do Foto Dicas Brasil

Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas

Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas

Este artigo é sobre um assunto que eu gosto muito, que é como fazer acessórios fotográfico no estilo “faça você mesmo” ou como conhecido em inglês, “DIY” – Do It Yourself, e como normalmente a criatividade precisa estar muito presente e às vezes beira a diversão, pelo menos aqui no Rio de Janeiro, chamamos de “gambiarra”, não sei na sua cidade, mas os três querem dizer a mesma coisa, ou seja:

Improvise equipamentos e acessórios fotográficos quase “de graça”

E de “graça” não quer dizer sem trabalho nenhum, né? E aí entra a sua sagacidade, porque muitas vezes, não vale o esforço! Tem muitas dicas na internet que eu já tentei e que os resultados foram pífios. Então dependendo do tempo disponível, encare algumas destas dicas, como algo pra se divertir, mas tem outras que vou listar aqui, que salvaram minha vida em alguns momentos, por isso, a palavra de ordem é: EXPERIMENTE.

Fiquei tentada em colocar em ordem do que eu mais gostei, mas acredito que será mais produtivo que você mesmo faça seu ranking, vou me ater aos comentários do que eu já testei, e os critérios que utilizei fora: Nada que fosse muito trabalhoso, que envolvesse serrotes, furadeiras, ferro de soldar, entre outras ferramentas pesadas; nada que levasse mais de um dia para fazer e principalmente, nada que não mostrasse o resultado ou que o mesmo fosse muito ruim! Vamos lá?

Difusores (bounce) e rebatedores para flash

Percebi um número gigantesco de difusores e rebatedores para flash, dos mais variados materiais e montagens. Escolhi os que realmente eu acredito que dê algum tipo de resultado.

1. Rebatedor para Flash Externo

O primeiro, eu fiz há alguns anos atrás e funciona muito bem! Usei muito em um flash Canon 550EX e é um ótimo rebatedor.  Criamos e disponibilizamos o template pra download, é só imprimir, recortar e usar! O resultado é este aí debaixo. Download abaixo da imagem.

Imagem-destacada-download-template-flash--do-Artigo-Faça-você-mesmo,-DIY-ou-gambiarras-fotográficas---Foto-Dicas-Brasil

Clique para fazer o download do rebatedor de flash externo do Foto Dicas Brasil.

A tirinha que usei pra prender o rebatedor no flash foi uma daquelas feitas em velcro que são usadas para organizar fios, improvisei o comprimento que precisava com duas delas, mas você pode usar qualquer outra tira e colocar um pedacinho de velcro no final para fechar ou qualquer outra coisa que sua criatividade permitir. Apesar do template já estar no tamanho correto para impressão, eu coloco a observação para você medir o tamanho do corte de acordo com sua tira.

O material utilizado foi acetato leitoso, mas acredito que uma folha pvc faça o mesmo efeito, lembrando que ele poderá ser feito até em cartolina, o que muda é o tempo de resistência. E apesar de não ter testado, acredito que EVA também sirva.

2. Bounce (difusor) pra Flash Externo – Plástico

Já a imagem aí debaixo foi a solução do fotógrafo Jim Harmerpara um bounce (ou difusor) de flash, o da esquerda é que eu uso, o Yongnuo, barato e eficiente e o da direita a ideia criativa, e para todos os fins… de graça.

bounce youngnuo do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

3. Bounce (difusor) para Flash Externo – papel

O próximo Difusor entra também pela criatividade, é basicamente um origami e basta uma folha de papel, estou colocando a foto dele pronto, mas neste link você verá diretamente no Flickr do autor, Julian Schüngel. Lá você irá encontrar as imagens passo a passo, e não deixe de passar o mouse em cima da imagem que abrirá, porque aparecerá as medidas para você conseguir reproduzir.

bounce origami do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

4. Rebatedor para Flash Pop-up

 

Este rebatedor para pop-up feito de cartolina me pareceu muito bom, não testei, mas acredito que vale o esforço, se você fizer, não deixe de compartilhar os resultados nos comentários. Tive dificuldades para achar o autor, mas acho que ele se chama Richard 🙂 O link do tutorial é este aqui!

Bouce Flash Pop-Up do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

E encerrando os bounces e rebatedores, o indiscutivelmente mais simples de todo!

5. Rebateror para Flash Externo – o mais simples

O autor é o Udi Tirosh, e a imagem fala por si só 🙂

difusor carta do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

6. Estúdio para Fotografia Macro

E ainda na simplicidade do Udi Tirosh, agora um mini estúdio construído com a técnica origami! Vale uma olhada no passo a passo, está em inglês, mas é tão simples que nem precisaria de texto. O resultado está aí em baixo, e este é o link do tutorial!

7. Estúdio para Fotografia Macro – outra opção

Na mesma linha de simplicidade, agora a proposta deste site com um mini estúdio feito de papel e alguns clipes. O passo a passo também fala por si só.

Mini estudio de papel com clipes do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

8. Time lapse com Timer de Cozinha!

Essa é muito criativa e o resultado pode ser surpreendente, você pode criar um vídeo em time lapse (aqueles vídeos que as imagens parecem corridas), com um tripé e um timer!

ikea-ordning-gopro-timelapse do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

Feito pela Getawaymoments os vídeos ensinam como conseguir seu próprio vídeo gastando muito pouco. No canal do Youtube deles tem vários outros vídeos, aqui eu trago o primeiro deles, mas vale a conferida nas outras partes que eu coloquei somente os links.

Vídeo: Como fazer um time lapse com um temporizador de cozinha – PARTE 2

Vídeo: Como fazer um time lapse com um temporizador de cozinha – PARTE 3

Vídeo: Como fazer um time lapse com um temporizador de cozinha – PARTE 4

Vídeo: Como fazer um time lapse com um temporizador de cozinha – PARTE 5

9. Prendedor de Tampinhas de Lentes

No artigo sobre “Gadgets Fotográficos” eu dei duas opções de prendedores de tampinhas de lentes, que você bem sabe que é muito fácil perder. E pesquisando sobre gambiarras eu achei esta dica do Benny Johansson, que pelo o que percebi, gosta de criar coisas feitas de plásticos, simples e úteis. No site dele tem um tutorial ensinando como criar esses divertidos prendedores de tampinhas aí debaixo.

Prendedor de capa de lentes kottirotta do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

Você pode ler o tutorial aqui.

10. Efeito de Névoa com Saco Plástico

Esta é do fotógrafo David Jesse McGrady, ele publicou esta dica no Reddit a fim de divertir um pouco os fotógrafos que acompanham as postagens, a ideia á adicionar um ar “vintage” às fotos usando saquinhos plásticos transparentes, ele cita os de sanduiches, que são muito comuns nos Estados Unidos, mas aqui nós temos os sacos tipo ziploc, que são mais transparentes, mas teste com outros tipos e veja os resultados, basta rasgar o fundo, enrolá-lo na câmera,  e pronto, faça como como mostras as fotos abaixo e veja o resultado.

Efeito Nevo David-Jesse-McGrady do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

11. Balanço de Branco de Graça!

Essa me parece ótima e os testes do fotógrafo Jason Wallace são bem interessantes. A ideia é muito simples: Você conhece aqueles discos que se coloca na frente da lente para se ter um balanço de branco perfeito em qualquer situação de luz? No estilo do Expodisc, pois o Jason realizou o mesmo teste só que cobrindo um filtro UV com nada mais, nada menos do que filtro de café! Isso mesmo, e de acordo com ele dá no mesmo. Bom, faça os testes e nos diga o que achou.

WB com Filtro de café do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

E caso você ache que precise de mais ajustes, neste artigo tem algumas opções que podem ser úteis: “Balanço de branco, o que é e como usar

12. Monopé de Corda

Você já deve ter se visto em uma situação em que o tripé salvaria sua foto, e você até pensou em levá-lo antes de sair, mas só de imaginar aquele peso todo e ainda correndo o risco de não usar… Bom, esta pode ser a solução para esses dias: Você só vai precisar de um ganchinho e uma cordinha e aí as variações disso, ficam para sua criatividade. Eu fiz um com um parafuso que se encaixava na minha câmera, uma arruela e um barbante. Como você já imaginou, basta amarrar o barbante no parafuso, encaixar na câmera e na outra extremidade estará a arruela para você pisar e esticar o braço o suficiente para estabilizar a câmera.

Monope e bipe de corda do Artigo Faça você mesmo, DIY ou gambiarras fotográficas - Foto Dicas Brasil

Vi uma variação em que o fotógrafo passava duas vezes a corda pelo ganchinho criando assim um “bipé” 😉

13. Rebatedor (refletor) Fotográfico

Essa é a mais simples e talvez a mais conhecida, mas não menos útil e baratinha!

Basta cobrir um isopor, do tamanho que quiser, e usá-lo como rebatedor ou refletor para as suas fotos. Muito útil quando se fotografa de dia e no sol, permitindo que você direcione melhor a luz, para melhores resultados.

Essa foto é da PhotoJojo e este refletor custa U$15.00, mas você pode fazê-lo de graça!

Tirando o isopor, os materiais que cobrem podem variar bastante, entre eles, o papel alumínio (mais usado), papel laminado (existem de várias cores), ou até mesmo aquelas embalagens de presente que são douradas por fora e prateadas por dentro, o mais importante é amassar bastante, depois esticar e colar no isopor, isso para garantir uma luz uniforme. Também podem ser utilizados panos como o cetim branco ou cinza. O que vale é, como sempre, a facilidade x custo x utilidade e tudo com muita criatividade!

É isso, vi muitos vídeos e tutoriais e essa seleção é a que acho mais interessante!

Lembre-se de que aprender a avaliar a real necessidade de um equipamento ou acessório, é o maior trunfo que um fotógrafo iniciante pode ter e esperamos ter contribuído neste quesito com as gambiarras deste artigo 😉

E você, já testou alguma técnica destas do “faça você mesmo”? Viu alguma pela internet que pareceu interessante? Ou fez alguma que funcionou melhor do que esperava? Compartilha com a gente nos comentários!

Abraços e bons experimentos!

Assinatura Simxer - Autora do Foto Dicas Brasil

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Balanço de branco, o que é e como usar

Balanço de branco, o que é e como usar

Hoje você irá aprender sobre o famoso balanço de branco. Com ele, é possível ajustar as cores da imagem, fornecendo tonalidades mais naturais, esfriando ou aquecendo a foto.

Parece confuso agora, como assim mexer com a temperatura de uma fotografia? Daqui a pouco você vai entender e controlar em sua câmera também, se você quiser.

Algumas fotografias, feitas no mesmo ambiente, podem apresentar diferentes colorações. Às vezes, uma árvore fica mais verde em uma foto e uma flor fica mais amarela em outra, sendo que é a mesma paisagem. Como isso é possível? Através do balanço de branco, você consegue mexer na tonalidade da foto, escurecendo ou clareando as cores da imagem.

Como acontece a diferença na tonalidade? Pela quantidade de luz que entra na câmera. Pode acontecer dela não conseguir distinguir o que é branco no ambiente e, com isso, distorcer as cores.

Observe na imagem como cada ajuste muda a tonalidade da foto original. A maioria das câmeras digitais possuem essas opções de balanço de branco como pré-ajustadas: Automático (auto), luz do dia (daylight), nuvem (cloud), sombra(shade), tungstênio (tungsten), fluorescente (fluorescent) e flash (flash) e muitas ainda permitem o ajustem diretamente na escala de kelvin, explicada mais abaixo.

Balanço de branco, o que é e como usar

Já reparou que um objeto fotografado reflete a luz do ambiente? Se a luz é branca ou amarelada, isso interfere na imagem, produzindo – a em uma cor que não é bem a original. Geralmente, o branco pode aparecer mais azulado ou amarelado. E olhe que nem estamos falando de lâmpadas coloridas, mas sim as comuns, que usamos em casa mesmo. Até pessoas podem sair com um tom de pele diferente do seu. Isso você já deve ter reparado, com certeza: uma pessoa sai mais amarelada do que é normalmente, devido à luz do ambiente ser incandescente. Vamos controlar isso?

Ajustes no balanço de branco

A câmera geralmente já vem com o balanço de branco ajustado automaticamente. Mas, você pode configurar essa opção manualmente, tonalizando as cores para que fiquem mais autênticas.

Falamos anteriormente de lâmpadas que produzem tonalidades diferentes. Em alguns casos, nem precisamos de lâmpadas para exemplificar, as paredes também refletem as luzes e mudam as cores de uma foto. O olho humano não repara muito bem nisso, só se for muito grande o contraste, porque ele automaticamente ajusta essa diferença, mas na câmera isso não acontece. Por isso, para obtermos fotos com qualidade profissional, o ajuste de branco é bem interessante e deve ser feito com atenção.

Tonalidades de luz

Como sabemos a luz do sol, natural, possui tonalidade mais amarelada, é uma cor quente. O mesmo acontece com as lâmpadas incandescentes, amareladas. Já as lâmpadas fluorescentes são mais frias, brancas e com coloração levemente azulada. Essa coloração, se não for ajustada previamente na câmera, pode e vai interferir em suas fotografias.

Escala de Kelvin (k)

E quais as tonalidades que podemos trabalhar? Além das pré-ajustadas, contamos com a escala de Kelvin, onde você pode manualmente (geralmente através de um slider onde você corre pra direita “esfriando” a cor, ou para esquerda, “esquentado”, mas alguns equipamentos permitem somente a entrada do número da escala, alterar esse valor. Nesta imagem você pode aprender como essa escala se comporta e quais números trabalhar quando estiver nestas situações.

Balanço de branco, o que é e como usar

Balanço de brancos: configuração

Ao fazer uma foto em um ambiente com luz fluorescente, tudo o que for branco no ambiente vai ficar com um tom levemente azulado. Ora, se queremos fotografar algo branco, não queremos reflexos em azul. Imagine a frustração de uma noiva que fotografa seu vestido no grande dia e ele aparece levemente azulado? Por mais leve que seja a tonalidade, não é o branco puro que ela desejou captar. O mesmo acontece com as lâmpadas incandescentes, tudo o que for branco ficará com um tom levemente amarelado. Claro que você pode alterar as cores utilizando programas específicos para correção e edição de imagens, mas fica mais fácil se você fizer esses ajustes no balanço de brancos antes de tirar a foto.

Ajustando os balanços de branco, tudo o que é branco permanecerá branco e também as outras cores não sofrerão mudanças com a cor da luz ambiente, pois também serão ajustadas automaticamente.

Modos de ajuste do balanço de branco

Como já citamos, você pode deixar no modo automático e a câmera faz o ajuste para você. Como você está aprendendo, o recomendado é que você aprenda a configurar manualmente, ajustando as cores e deixando – as mais brilhantes e naturais.

Para dias ensolarados, configure a opção luz solar. Assim, sua câmera não refletirá a luz quente do sol e fará uma foto bonita e brilhante, com as cores reais do ambiente e do assunto fotografado, ou ainda selecione por volta de 5000k, digo por volta, porque não é uma regra rígida, lembre-se que como em qualquer ajuste manual, seja fotometria ou balanço de branco, a câmera é um instrumento para que sua foto saia como você quer!

Para dias nublados ou chuvosos, configure a opção dias nublados. Assim, a câmera fará as configurações corretas para uma boa fotografia, além de não interferir nos brancos, ou ainda, por volta de 6000k e assim por diante como na escala mostrada neste artigo.

Você também pode ajustar suas configurações para lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tudo isso apenas selecionando o modo correto na câmera. É fácil e produz resultados muito satisfatórios.

Em algumas câmeras, todos esses ajustes são possíveis e você ainda pode ajustar luz de flash e sombra indicando apenas a luz do local. Tudo isso interfere na produção de boas fotos.

Brincando com as tonalidades

Se o seu propósito é brincar com as tonalidades do ambiente, você pode selecionar diferentes tipos nas configurações. Por exemplo, para obter imagens mais amareladas, ajuste luz solar em dias nublados no balanço de brancos. Faça testes, brinque e escolha o melhor modo! Não tenha medo de treinar!

“Batendo” o branco

O mais importante é entender a finalidade deste ajuste e existem várias técnicas tanto para ajudar no ajuste, quanto na correção!

Em seu manual, sim, eles são úteis, vai estar descrito como você configura o balanço de branco personalizado e isso varia de marca para marca, e nem tanto de modelo para modelo. Algumas câmeras “exigem” que você primeiro fotografe uma superfície para ajuda-la na calibragem, o ideal seria uma cartão cinza, mas você pode escolher uma superfície que seja completamente branca no ambiente que está fotografando, outras, que você diga que irá fazer o ajuste personalizado e depois fotografe a superfície, outros ainda, fazem a calibragem em tempo real. Você precisa descobrir na sua câmera a melhor forma.

Este é um exemplo da visualização do setup de balanço de branco em uma Canon.

Balanço de branco, o que é e como usar

 Eu meu workshop de fotografia, eu costumo fazer um exercício desse ajuste, onde os alunos batem o branco em uma superfície coral, ao invés de branca, e com isso eles percebem visualmente como se comporta esse ajuste no sua câmera. Normalmente, temos esse resultado: A imagem da esquerda está com o balanço de branco no automático e a da direita foi dito à máquina que o coral é o branco!

Balanço de branco, o que é e como usar

 E isso acontece porque existe uma complementaridade de cores, ou seja, quando você diz pra sua câmera que o coral é branco, ela automaticamente “enxerga” azul.

E essa é a tabela de cores complementares:

Balanço de branco, o que é e como usar

E aí eu tenho duas conclusões: A primeira é que você pode brincar com esse balanço pra fazer fotos criativas simplesmente alterando, ou manualmente, ou com algum modo pré-ajustado, tipo tungstênio, luz solar, etc.,

Neste exemplo da foto abaixo, eu alterei somente os Kelvins usando o Adobe Camera Raw, mas como bom observador você irá dizer: Mas lá em cima na escala de Kelvin está mostrando que 3000k é para “esquentar” a foto e essa aí debaixo está “fria”! E eu te respondo, calma, calma, na verdade nesta foto aí debaixo eu estou “enganando” o computador, porque quando abri a foto no Camera Raw, disse para ele que precisava de 3000k para minha foto ficar branca, ou seja, que ela estava amareladíssima, como se eu estivesse fotografado com uma lâmpada de tungstênio, ou seja:

Balanço de branco, o que é e como usar

Balanço de branco, o que é e como usar

Foto original – ©Marcio Ranauro

 E o mais importante!

Câmeras diferentes possuem resultados diferentes, existem modelos Nikon, por exemplo, e esse resultado é muito sutil, e essas mesmas câmeras possuem excelente resultado no modo automático de balanço de branco.

Já em algumas câmeras da Canon, o azul fica fortíssimo, indicando que neste caso, vale e muito fazer os testes pra descobrir os resultados.

Como fotografei alguns anos casamentos, era de suma importância fazer esse balanço de branco, o que me economizava bastante na pós-produção das fotos. Com o tempo, eu passei a fotografar somente em Raw, o que facilitou esse ajuste, como vocês podem ver nesta videoaula.

E por último, uma ótima opção também pra quem já faz pós-produção em programas como o Lightroom, Photoshop, entre outros, é utilizar a dupla imbatível, “formato Raw” e “cartões como os da Whibal“, que servem pra você ter sempre ao alcance da sua mão, uma referência de branco, entre outros. Sua utilização é simples e na videoaula você pode entender melhor o funcionamento porque eu explico como utilizar uma referência de branco, ou cinza neutro, e se eu tivesse usado o meu Whibal,  teria bastado ter fotografá-lo junto ao motivo da minha foto, ou no ambiente que eu queria garantir o balanço correto, aí era só usar a ferramenta “White balance tool” no Camera Raw, por exemplo, e meus “problemas” acabariam 😉

 Tendo em mente que é muito bom saber até onde seu equipamento pode ser configurado, e também sempre calculando sua real necessidade, abre-se um mundo de possibilidades!

É isso, espero que tenha gostado e até a próxima dica!

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          Hasta!

Assinatura Simxer - Autora do Foto Dicas Brasil

Top 10 dos erros na fotografia digital

Top 10 dos erros na fotografia digital

Há certos problemas e erros na fotografia que ocorrem normalmente, tanto com fotógrafos novos, quanto com os mais experientes. A boa notícia é que muitos deles são fáceis de corrigir com um pouco de conhecimento.

1 – Imagens borradas

Top 10 dos erros na fotografia digital

Uma das principais queixas dos fotógrafos amadores é que as suas fotos tendem a sair borradas. A resposta simples para esse problema é que geralmente não há luz suficiente chegando ao sensor, então a câmera se esforça para captar uma imagem nítida. Várias maneiras de resolver esse problema incluem o uso de um tripé ou um monopé – uma obrigação em condições de pouca luz, a escolha de um ajuste de ISO mais alto para velocidades mais rápidas do obturador, ou usar o flash para congelar qualquer movimento.

2. Muito contraste

Top 10 dos erros na fotografia digital

Uma fotografia com muito contraste tem uma forte diferença entre as áreas iluminadas – realce, e escuras – sombra, da imagem. Isso é muito evidente nas fotos tiradas em um dia ensolarado. Use o flash para preencher as áreas de sombras escuras, e tente subexpor a cena entre uma abertura (f-stop) e outra, para ver a diferença que faz.

3. Olhos vermelhos

Top 10 dos erros na fotografia digital

Apesar de olhos vermelhos serem facilmente corrigidos com um software de edição de imagem, é uma ótima ideia saber como evitar que ocorram. Eles aparecem geralmente em pessoas de olhos claros, quando o flash da câmera reflete as retinas. Você pode evitar que isso aconteça deixando de usar o flash embutido da câmera sempre que possível, além de observar o fato de que muitas câmeras possuem um modo automático de redução de olhos vermelhos. Outra técnica é fazer com que o assunto desvie o olhar da câmera na hora da foto, de modo a evitar o reflexo em seus olhos. Uma última dica, é que se o ambiente puder ser mais iluminado, de modo a incidir o máximo de luz nos olhos da pessoa, suas pupilas se estreitarão devido ao brilho da luz, e isso ajuda. Embora na maioria das situações, possa não ser prático.

4. Color cast (predominância de uma cor)

Top 10 dos erros na fotografia digital

Excesso de cor e tonalidade desbotada são dois problemas bem conhecidos na fotografia digital. Nela, podemos usar as configurações do balanço de brancos – WB, para lidar com este problema. Escolha “auto”, ou as definições WB adequadas à cena. Por exemplo, uma foto feita em ambiente interno tende a parecer laranja porque as lâmpadas incandescentes – de tungstênio, emitem luz laranja, ou “quente”. A configuração de tungstênio concebida para equilibrar este cenário, adicionará a cor azul.

5. Menos é mais

Top 10 dos erros na fotografia digital

Ao enquadrar e compor nossa fotografia, queremos criar algo interessante para os olhos, mas ao mesmo tempo evitar distrações excessivas. Normalmente, um ponto principal ou área focal é suficiente. Se você tem um ponto de foco no fundo, e uma distração – como pedras, em primeiro plano, corte a imagem com um zoom na direção principal objeto da cena, para evitar o item que está distraindo a atenção. Este efeito também pode ser conseguido mais tarde, com o software de edição. O ponto é ter uma foto onde o olho seja atraído para o foco principal.

6. Assunto à longa distância

Top 10 dos erros na fotografia digital

Em cada fotografia que fazemos, queremos que algo se destaque no enquadramento. Se o assunto estiver muito longe, ele não causará muito impacto. Você pode se aproximar usando uma lente zoom teleobjetiva de boa qualidade, ou cortar a imagem mais tarde com o software de edição. Lembre-se de fotografar a cena com a maior resolução possível, porque o corte reduz a qualidade.

7. Baixa resolução

Top 10 dos erros na fotografia digital

Uma foto em baixa resolução pode permitir-lhe guardar mais imagens no cartão de memória, mas é uma má ideia. Usar uma configuração de baixa resolução significa que a qualidade da imagem vai sofrer queda, e você não será capaz de imprimir fotografias grandes sem notar os pixels. Além disso, cada vez que salva um arquivo jpeg, ele perde um pouco da qualidade. Se começar com um arquivo pequeno, suas opções de edição ficarão muito limitadas. Compre cartões de memória adicionais e tire suas fotos com uma resolução maior, e evite arquivos de baixa qualidade!

8. Muito ruído

Top 10 dos erros na fotografia digital

O ruído digital é análogo aos granulados de uma fotografia feita com filme, são essas pequenas manchas disformes em sua imagem. Quanto maior o ISO, e mais ampliada for à foto, mais ruído será visível. As fotografias noturnas são propensas a ele, pois a câmera se esforça para registrar detalhes. Para reduzi-lo, use a maior definição de qualidade de imagem possível, e sempre utilize um tripé para que possa escolher a configuração ISO mais baixa, sem causar borrões.

9. Imagens subexpostas

Top 10 dos erros na fotografia digital

Uma imagem subexposta é aquela muito escura, onde não havia luz suficiente chegando ao sensor quando a foto foi tirada. Se vir na tela LCD que uma cena parece muito sombria e subexposta, você pode tentar aumentar a abertura para permitir que mais luz incida sobre ela. Você também pode ajustar a exposição em uma DSLR, selecionando o ‘+’ para adicionar mais luz, geralmente em ½ f-stop de acréscimo.

10. Imagens superexpostas

Top 10 dos erros na fotografia digital

Se sua fotografia está muito clara e sem detalhes, então ela está superexposta. Isto significa que há muita luz atingindo o sensor. A superexposição pode ser particularmente ruim em dias claros, ou com indivíduos de cor clara. Para corrigi-la, você pode tentar subexpor a imagem, escolhendo -0,5 ou -1 de brilho, e observando se mais detalhes são capturados com esse ajuste. Além disso, pode utilizar a medição pontual para obter resultados precisos – escolha uma área na imagem que esteja em um meio tom de cinza e use-a como diretriz para a medição da sua fotometria.

     Espero que gostem!

Assinatura Simxer - Autora do Foto Dicas Brasil

Texto original: Photography Tips